sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

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V-ARMAS E TÁCTICAS
4 - Granadas, Bombas
e RPGs



FONTE: Universo do Documentário

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 
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HOJE  NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Movimento Verdade promove
.manifestação contra adoções na IURD 

Oito mulheres uniram-se para criar o movimento.

Um movimento cívico formado por um grupo de mães promove no sábado uma concentração em cinco cidades do país para "exigir respostas" sobre os casos de adoções ilegais que envolveram elementos da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). 
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Revoltadas com as adoções ilegais da IURD denunciadas pela TVI e inspiradas pela campanha '#Não adoto este silêncio", oito mulheres decidiram unir-se e criar o "Movimento Verdade". "Quisemos fazer alguma coisa. Começámos a ver que as instituições não estavam a dar respostas objetivas e eficazes a estas famílias e achámos que tínhamos que criar um movimento para ajudar estas pessoas", disse esta sexta-feira à agência Lusa Ana Piedade, uma das fundadoras do movimento. 

Ana Piedade explicou que o objetivo do movimento é que seja criada uma comissão independente que faça "uma investigação isenta a estes casos", considerando que "não faz sentido a Santa Casa da Misericórdia investigar-se a si própria e o Ministério Público investigar-se a si próprio". "Pretendemos que haja uma investigação eficaz e que as instituições tenham uma postura muito mais clara perante estes casos de adoções" que levaram ao desaparecimento do lar ilegal da IURD de "dezenas de crianças que foram roubadas às mães biológicas com relatórios da Santa Casa com informação falsa e difamatória". 

Para que seja criada a comissão independente e a Assembleia da República debata esta situação, o "Movimento Verdade" lançou uma petição 'online', que conta já com cerca de 2.000 assinaturas. Em solidariedade com as famílias que ficaram sem os filhos e para "exigir respostas" das instituições, o "Movimento Verdade" promove às 15h00 de sábado concentrações em Faro, Beja, Coimbra, Leiria e Porto, junto às respetivas câmaras municipais, e em Lisboa, em frente da Assembleia da República. "Estamos à espera que os portugueses se mobilizem por esta causa" e que "haja uma grande adesão. Estamos a fazer por isso porque achamos que é uma causa muito nobre", disse Ana Piedade. "Não há causa mais nobre do que apoiar uma mãe a quem roubaram um filho", sustentou, rematando: "A família é o pilar basilar das nossas vidas". 

A TVI exibiu uma série de reportagens denominadas "O Segredo dos Deuses", na qual noticiou que a IURD esteve alegadamente relacionada com o rapto e tráfico de crianças nascidas em Portugal. Os supostos crimes terão acontecido na década de 1990, com crianças levadas de um lar em Lisboa, que teria alimentado um esquema de adoções ilegais em benefício de famílias ligadas à IURD que moravam no Brasil e nos Estados Unidos. 

A IURD já refutou as acusações de rapto e de um esquema de adoção ilegal de crianças portuguesas e considera-as fruto de "uma campanha difamatória e mentirosa". Segundo informações avançadas pela TVI, a IURD tem atualmente nove milhões de fiéis, espalhados por 182 países, 320 bispos e cerca de 14 mil pastores.

* Admiramos e somos solidários com a coragem destas mulheres portuguesas.
No papel de advogado do diabo dizemos que nem em bicos de  pés a IURD se aproxima dos números da igreja católica, quer seja em fiéis, em profissionais de culto ou em crimes cometidos.

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CAPICUA

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Kamikaze


Depois de o Salvador ter ganho, e de ter ganho com aquela canção da Luísa, quem vencer a próxima edição é kamikaze. Ficará sempre aquém da expectativa e abaixo da fasquia, a não ser que vença a Eurovisão pela segunda vez consecutiva

Lembra-se onde estava quando o homem chegou à lua? E no 25 de Abril? Para a minha geração estas perguntas não se aplicam, mas se perguntarmos onde é que o jovem trintão estava no 11 de Setembro, com certeza que haverá respostas prontas e detalhadas. Ora para gerações mais frescas, e para fazer uma pergunta mais inclusiva e abrangente do ponto de vista geracional, fará sentido perguntar: onde é que estava quando Portugal ganhou o Euro? E eu, que estava num restaurante de beira de estrada algures perto de Ourique, saberei descrever, mesa por mesa, quem partilhava do mesmo ecrã no momento épico em que a traça pousou no nariz de um Cristiano Ronaldo em lágrimas, ou no espasmo de justiça poética que estourou com o golo de Éder, depois de tantos e tão longos minutos de sofrimento coletivo. 

Isto para dizer, que há momentos que se comungam na memória coletiva ao ponto de definir gerações inteiras, povos inteiros, tempos históricos. Outro desses e muito recente seria bem identificado com a pergunta: onde estava quando Salvador Sobral ganhou a Eurovisão? E eu, que estava a comer pizza com as mãos, entre caixotes do IKEA numa casa recém alugada, saberia dizer com prontidão com que amigos formei a torcida de sofá, e a que amigos emigrados ligámos a implorar votos naquele momento de necessidade. Ganhámos! E ganhámos com aquela canção! O meu coração festivaleiro (de quem nasceu nos anos 80) já não batia assim desde o “peguei trinquei e meti-te na cesta”! E depois de décadas de baldes de água fria a ouvir “Portugal one point”, finalmente tinha chegado a nossa vez!

Não foi por nada disto que aceitei o convite para fazer uma canção para o próximo Festival. E nem vale a pena passar a explicar porque disse que sim. O que é certo é que me comprometi e agora é preciso honrar esse compromisso, com todo o empenho e as muitas dúvidas que isso implica. Que tipo de música hei de fazer? Que músicos convidar? Qual seria o tema da letra? Falo de nós? Mas o que raio é exactamente isso do “nós”? Onde é que se traça a mediatriz entre a minha música e o Festival da Canção? O que é uma “canção” e que arrepios deve conter? 

A única certeza é que não serei eu a cantar, porque afinal eu não canto, falo rápido. Convidei outra voz, porque afinal era a única que queria que fosse. E depois fui encontrando as respostas em falta. Convidei os meus músicos para me ajudarem com a composição, porque afinal são os que me acompanham sempre e porque não agora? (Escolha acertada). Decidi escrever sobre as palavras, porque afinal é o que mais gosto na vida em geral e nisto de ser português em particular. E escrevi. Inspirei-me em algumas frases de algumas crónicas que partilhei aqui e estou feliz com o resultado.

Sei que é feio estar a falar sobre uma canção que só poderão ouvir em Fevereiro, mas além de ser isto que me tem ocupado ultimamente, estive a ver os documentários que a RTP fez sobre a grande vitória do Salvador e apercebi-me de duas coisas...

Depois da grande e arriscada manobra de renovação do Festival da Canção feita (e muito bem) pela RTP, passou algum do estigma que lhe estava impregnado, o público cresceu e passou a ser mais “fácil” (ou menos arriscado) dizer que sim. Os músicos, letristas e compositores, que fazem a sua carreira na vida real e não na TV, muitas vezes nos circuitos mais alternativos, tiveram a oportunidade e a vontade de fazer parte, porque afinal o Festival renovou-se e voltou a ser feito de boa música. Mas, depois do Salvador ter ganho, e de ter ganho com aquela canção da Luísa, quem vencer a próxima edição é kamikaze. Ficará sempre aquém da expectativa e abaixo da fasquia, a não ser que vença a Eurovisão pela segunda vez consecutiva. E isso, bora combinar, até com Jorge Palma, Paulo Flores, Tito Paris e uma incrível lista de outros bons compositores, é muito pouco provável.

IN "VISÃO"
11/01/18

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1477.UNIÃO



EUROPEIA




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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"
Amadora. 
PSP de Brandoa e empresa privada
.alvo de buscas

Suspeitas de crimes de corrupção passiva e ativa e de abuso de poder motivaram o Ministério Público de Sintra a realizar buscas à PSP de Brandoa, na Amadora, e a uma empresa privada.

O Ministério Público de Sintra realizou esta manhã de sexta-feira buscas e apreensões na esquadra da PSP da Brandoa, no concelho da Amadora, e a uma empresa privada.
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Segundo uma nota da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), as buscas realizaram-se na sequência da instauração de um inquérito para investigar crimes de corrupção passiva e ativa e de abuso de poder, “no âmbito de condutas relacionadas com atividade desenvolvida por agentes de autoridade no desempenho das suas funções, designadamente na fiscalização de obras públicas executadas no concelho da Amadora, com eventual repercussão na segurança rodoviária”.

A PGDL não identifica a esquadra, mas a direção nacional da PSP confirmou à agência Lusa que as buscas decorreram na esquadra da Brandoa, apesar de afirmar que desconhece o processo.

A investigação é dirigida pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Sintra com a coadjuvação da Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da Polícia Judiciária.

* No melhor pano, PSP, pode instalar-se a pior nódoa.

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I-A BÍBLIA PROÍBIDA

4-O lado oculto 

da virgem Maria




FONTE: 
1-HISTORY
2-Universo do Documentário

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BRINQUEDO DE 10 000€




FONTE:  Nuno Agonia


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