quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

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CÃO BEIJOQUEIRO


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BOM DIA


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3-BIZARRO

FORA "D'ORAS"

X-MOUNT OLYMPUS/3




*Quem diz que os artistas não são atletas?

 O artista belga Jan Fabre e 27 outros artistas conceberam uma apresentação de 24h sem paragem nem intervalos, intitulada de Mount Olympus, que foi estreada no Berliner Festspiele. 
O incrível feito de resistência foi escrito, dirigido e coreografado por Fabre, que novamente empurra os limites do teatro.

Depois de 12 meses de ensaios, Mount Olympus tentou unir todas as facetas do trabalho anterior do artista. 

Descrito como 'um projecto excepcional' no site do Berliner Festspiele, os artistas  'dançaram, actuaram, amaram, sofreram, dormiram e sonharam ao percorrerem os mitos da Grécia antiga'.  Levaram os espectadores através duma actuação entre o acordar e o sonhar, entre o sonho e a realidade.

Actuações anteriores baseadas na resistência, tal como a sua peça de oito horas 'Isto é Teatro Como Era Esperado e Antecipado'  (1982), revolucionaram o conceito da arte de teatro e actuação.

Desde 1951 que o Berliner Festspiele une uma variedade de entre-cruzamentos de disciplinas artísticas e de eventos culturais para promover a rica e colorida paisagem artistica de Berlim.


** Somos suficientemente incultos e incapazes para considerar como arte este espectáculo, não há como aprender e digerir.

*** A primeira parte da encenação foi editada neste blogue entre 07 e 25 de Abril.

**** A segunda parte da encenação foi editada neste blogue a partir de 02/06/17.
Disfrute.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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16-ARTE ARRISCADA

INSOMNIE

Interpretação de:
NELE SUISALU
Música, voz e coreografia de:
FLORENCE CAILLON



FONTE: EolienneCaillon


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GRANDES LIVROS/43

AUTORES DO MUNDO

4- ÊXODO

Autor desconhecido



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Stiglitz diz que Trump é o maior risco
 para a economia em 2018

O economista considera que a imprevisibilidade do presidente dos EUA coloca desafios à economia, e diz que a reforma fiscal que promoveu é a pior que viu na vida.

O economista Joseph Stiglitz considera que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, constitui o maior risco para a economia mundial em 2018, sobretudo devido à imprevisibilidade das suas decisões.
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Numa entrevista à Bloomberg TV, no Dubai, o Prémio Nobel da Economia, afirmou que "no geral, Trump é o maior risco", quando questionado sobre os maiores desafios para o próximo ano.

"Não sabemos o que vai fazer em nenhuma das dimensões. Isso inclui política externa, Coreia do Norte. Há um nível de erraticidade que torna as previsões muito difíceis", acrescentou.

Stiglitz criticou ainda a reforma fiscal dos Estados Unidos, aprovada pelo Senado no início da semana passada, por aumentar a desigualdade no país e criar distorções entre sectores.

"É provavelmente a pior lei fiscal que vi na minha vida. Aumenta os impostos para a maioria dos cidadãos, que vão pagar um corte para as grandes empresas e os bilionários, numa altura em que a desigualdade é um grande problema no país. E cria grandes distorções entre os sectores", justificou o economista.

Apesar de acreditar que o presidente dos Estados Unidos deixou de lado a sua política do dólar forte, Stiglitz antecipa que o corte dos impostos vai conduzir a um maior défice orçamental, um maior défice da balança comercial e, consequentemente, a uma subida da divisa norte-americana.

"Ele [Trump] percebeu finalmente que um dólar fraco é bom para as exportações e para baixar o défice comercial. O que ele parece não entender é que o valor do dólar não é controlado pelo presidente. Ele pode ter muitos poderes mas esse não é um deles", afirmou. "O valor do dólar é determinado por factores macroeconómicos. E os factores que ele está a promover, nomeadamente o corte de impostos, vão conduzir a um maior défice orçamental, um maior défice comercial e um dólar mais forte".

Na mesma entrevista, Stiglitz falou sobre as mudanças na política monetária dos principais bancos centrais do mundo, prevendo que, no próximo ano, a Reserva Federal dos Estados Unidos "vai liderar o caminho". "Acho que a acção mais forte virá da parte da Fed", antecipou.

"O mais interessante é ver o que vai acontecer com o BCE, porque enfrentam um dilema: se seguirem os EUA, Itália terá um problema. Tem um grande défice em relação ao PIB, e se as taxas de juro subirem fica difícil de gerir e a Europa poderá ter uma nova crise. Penso que serão mais contidos no ajustamento", concluiu. 

* Uma entrevista a tentar ler na íntegra.

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