sexta-feira, 24 de novembro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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IX~MEGA FÁBRICAS

1- MONTANHAS RUSSAS


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE  NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Parlamento chumba por unanimidade subida do IVA sobre leite achocolatado

O PAN tinha defendido o aumento do IVA de 6% para 23% e a aplicação da taxa sobre bebidas açucaradas ao leite achocolatado. As duas propostas foram chumbadas no Parlamento.

Os deputados chumbaram por unanimidade a proposta do PAN para aumentar os IVA sobre o leite achocolatado, segundo confirmou ao Negócios fonte do grupo parlamentar do PAN. A aplicação da taxa sobre bebidas açucaradas também foi rejeitada, apesar do apoio do Bloco de Esquerda.
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Esta manhã, durante o debate sobre as propostas, o deputado do PAN André Silva explicou que se um refrigerante tipo chá frio tem 45 gramas de açúcar por litro, e as colas têm 106 gramas por litro, o leite achocolatado tem 120 gramas por litro.

"Quando a uma bebida nutritiva se adiciona uma quantidade colossal de açúcar esta passa a ser um veneno. Nutritivo? Não sei se é. Lá docinho será com certeza", afirmou o deputado, em plenário. "E o Ministério da Saúde? Também coloca os interesses da indústria à frente das crianças?"

O PAN propunha o agravamento dos impostos indirectos por duas vias: por um lado, através do aumento do IVA da actual taxa reduzida de 6% para 23%; por outro, através da aplicação da taxa que incide sobre as bebidas açucaradas ao leite achocolatado.

Se a primeira proposta foi chumbada por unanimidade – o PAN, que só tem um deputado, não vota na especialidade – a segunda foi rejeitada apesar dos votos favoráveis do Bloco de Esquerda, segundo precisou a mesma fonte.

* Vivam os produtores de venenos alimentares mais os deputados que os servem.

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IX-MISTÉRIOS
EXTRATERRESTRES
2- Não Estamos Sós



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HOJE  NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Aprovado pacote de 186 milhões para resposta e prevenção aos incêndios

Decisão foi tomada por unanimidade por todos os deputados.

O parlamento aprovou esta sexta-feira, por unanimidade, o pacote de 186 milhões de euros para apoios, combate, prevenção de incêndios e indemnizações pelas mortes e ferimentos graves nos fogos de junho e outubro deste ano.
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No último dia da votação artigo a artigo do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) e das propostas de alteração, as bancadas parlamentares aprovaram, por unanimidade, a criação, no próximo ano, de uma dotação centralizada no Ministério das Finanças, no valor global de 186 milhões de euros, dos quais 62 milhões para aplicação em ativos financeiros, destinada ao financiamento de despesas com indemnizações, apoios, prevenção e combate aos incêndios.

Nesta proposta, que previa ainda outras medidas, o PSD mudou o seu sentido de voto, opondo-se à criação da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais e do Laboratório Colaborativo -- o que não bastou para travar a medida, que foi aprovada com o voto favorável das restantes bancadas.

A unanimidade manteve-se num conjunto de outras medidas propostas pelo PS para resposta às zonas afetadas: o apoio de 100 milhões de euros do IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação para apoio às empresas, a abertura de concursos no âmbito do Portugal 2020 com dotação até 80 milhões de euros para projetos geradores de emprego e 35 milhões de euros para a reposição dos equipamentos públicos municipais.

Os deputados aprovaram também que, no próximo ano, os proprietários privados tenham até 15 de março para limpar as áreas envolventes às casas isoladas, aldeias e estradas e que, se isso não for feito, os municípios terão até ao final de maio para proceder a essa limpeza, "devendo substituir-se aos proprietários e outros produtores florestais" -- sendo que esta última questão teve o voto negativo do PCP. Dentro do regime excecional das redes secundárias de faixas de gestão de combustível, os deputados aprovaram que as coimas previstas por ausência de limpeza sejam "aumentadas para o dobro" no próximo ano.

Ainda nesta matéria foi aprovada uma proposta do Bloco de Esquerda para uma transferência extraordinária de 50 milhões de euros para as autarquias para execução de rede secundária de faixas de gestão de combustível (nas redes viárias e ferroviárias, na linha de transporte de energia e nas envolventes aos aglomerados populacionais).

Foi aprovada ainda (com o voto contra do PSD e a abstenção do PCP) a concessão de empréstimos do FAM (Fundo de Apoio Municipal) aos municípios afetados pelos incêndios "famílias cujas habitações não permanentes tenham sido danificadas ou destruídas pelos incêndios de grandes dimensões", numa dotação limite de 10 milhões de euros.

As propostas restantes do Bloco de Esquerda sobre resposta e prevenção de incêndios foram rejeitadas: a criação de 210 novas equipas de sapadores florestais, a compensação extraordinária aos sapadores e reserva de 50 milhões de euros para apoios solicitados para a constituição de Unidades de Gestão Florestal.

O Governo já tinha dito que o total de medidas de medidas de resposta, apoio, prevenção e combate aos incêndios em 2018 vai totalizar 650 milhões de euros, dos quais 230 milhões com impacto no défice. Assim, prevê-se agora um défice de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) no conjunto do próximo ano (acima do 1% previsto anteriormente).

* "Um parlamento que se tornou um parlamento fantoche em muitos aspectos".
 "A nossa vida política é dominada por trivialidades", palavras de José Pacheco Pereira a propósito de outros assuntos, na "Quadratura do Círculo" em 23/11/17. Subscrevemos as suas afirmações.

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III-ARMAS E TÁCTICAS
4 -Fogo Rapido



FONTE: Universo do Documentário

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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"
Igreja da Suécia pede ao clero que não trate Deus por “Senhor” nem por “ele”

A Igreja da Suécia pediu ao clero que deixe de se referir a Deus como "o Senhor" ou "ele", passando a utilizar uma linguagem mais inclusiva no que ao género diz respeito.

Passar a chamar apenas “Deus” à divindade suprema da igreja católica em vez de “Senhor” ou “ele” é o último pedido que a igreja da Suécia fez ao clero. A ideia é começar a utilizar uma linguagem neutra em termos de género, já que “Senhor” e “ele” são palavras do sexo masculino.
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De acordo com o jornal The Guardian, a decisão foi tomada esta quinta-feira e faz parte das várias medidas aplicadas pela Igreja Evangélica Luterana no sentido de atualizar o manual com 31 anos que descreve a forma como os vários termos religiosos devem ser utilizados na linguagem, liturgia e hinos. A decisão vai entrar em vigor no dia 20 de maio, o feriado cristão de Pentecostes.

A 60 quilómetros a norte de Estocolmo, em Uppsala, fica uma antiga igreja estadual liderada por uma mulher, a arcebispa Antje Jackelén. Nesta igreja estão registados 6,1 milhões de pessoas batizadas, num país que tem cerca de 10 milhões de habitantes.

“Teologicamente, por exemplo, sabemos que Deus está além das nossas determinações de género, Deus não é humano”, disse Jackelén à agência de notícias sueca TT, acrescentando que já na conferência de 1986 se tinha discutido uma linguagem mais inclusiva.

Se por um lado há quem concorde com a mudança, por outro há quem critique. Christer Pahlmblad, professor de teologia na Universidade de Lund, disse ao jornal Kristeligt Dagblad, na Dinamarca, que a medida vai prejudicar “a comunhão com as outras igrejas”, concluindo que não é inteligente “se a Igreja da Suécia passar a fica conhecida como uma igreja que não respeita a herança teológica comum”.

Nos últimos anos, a igreja da Suécia tem estado envolvida em projetos de inclusão. Desde 2009 que permitiu o casamento entre pessoas do mesmo sexo e tem tido um papel importante no movimento LGBT, segundo a publicação no site Sputnik News.

* Confundir  religião com fé é o comportamento trivial das hierarquias que subordinam milhões de pessoas em todo o mundo, afirmando-se como genuínos herdeiros das ordens de Deus, uma pouca vergonha. 
Nós que tendo fé e não sendo religiosos, exigimos aos experts da igualdade de género, que não se diga que Deus é "trans".


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