sábado, 21 de outubro de 2017

ROSÁLIA AMORIM

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Os portugueses têm razão 
para estar zangados

Os olhos brilhavam de susto. Chocados com as imagens dos incêndios por todo o país, a atenção dos meus filhos estava colada às televisões, de novo. Viram e ouviram as palavras do primeiro-ministro a lamentar o sucedido e a perda de dezenas de vidas. Perguntei ao meu filho mais novo, aparentemente o menos informado sobre o tema, o que perguntaria a António Costa se estivesse ali, frente a frente, com o chefe do governo. De imediato saíram da sua pequena boca duas perguntas de uma assentada:

Como poderiam ter sido prevenidos estes incêndios? Como poderiam ser mais bem combatidos?

 Tão simples e tão sintética esta capacidade de perguntar aos 12 anos. Estava tudo dito. No fundo, conseguiu resumir o que nos preocupa mas, acima de tudo, conseguiu resumir os temas para os quais queremos respostas. E queremos já. Porque já estamos há longos meses nisto. Depois dos grandes incêndios de Pedrógão – em que o governo prometeu que nada seria como dantes -, afinal repetiu-se tudo.

 Há uma revolta surda no país? Há. Os portugueses percebem porque não é demitida a ministra? Não, não percebem. Os portugueses têm razões para estar zangados? Sim, têm, respondeu Francisco Louçã quando confrontado com a calamidade dos incêndios. Disse mesmo que o país tem bons motivos para estar zangado, contrastando com o estranho silêncio de Catarina Martins (aliás, falou mas foi como se fosse um silêncio, já que disse umas palavras mas sem qualquer ponta de crítica ao governo e à atuação da ministra da Administração Interna). Onde está o antigo Bloco de Esquerda que, a esta hora, já teria pedido há muito a cabeça dos responsáveis políticos por uma situação de calamidade pública como esta?

A somar aos incêndios de Pedrógão, contabilizaram-se agora mais 523 incêndios, seis mil operacionais no combate, dezenas de mortos. É destes números que estamos a falar. Não estamos a falar de férias nem de festas sociais… Não estamos a falar de futuro sequer, mas do presente, da vida das pessoas, do sustento que se foi com a fauna e a flora ardidas.

Ninguém tem dúvidas de que este governo conseguiu surpreender-nos a todos com o controlo do défice, ajudado pelo crescimento do PIB, ou que a geringonça tem funcionado melhor do que todos os observadores antecipavam. Mas se há área em que tem corrido mal é a gestão da floresta e a prevenção dos incêndios. Muitas ações poderiam ter sido postas em marcha desde que o governo tomou posse. As alterações climáticas, como está à vista neste quente mês de outubro, não se compadecem com burocracias e politiquices. Nós, os cidadãos contribuintes, queremos ação e coragem para mudar o que é preciso.

IN "DINHEIRO VIVO"
18/10/17


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1389.UNIÃO



EUROPEIA


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2-Olhai as lérias do campo

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O LIVRE ARBÍTRIO ILUSÓRIO

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 FONTE: Razão ConsCiênciaa

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XXI-VIDA SELVAGEM
1- ORCAS
Os Predadores mais Temidos
dos Oceanos

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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1-Olhai as lérias do campo

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VALERIA

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RECORDANDO

Banda do Casaco

Geringonça

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 2-VÍTIMAS DO


FACEBOOK

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ONU Mulheres reconstrói vidas de 
pessoas deslocadas à força no Iraque

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FONTE: ONU MULHERES

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ENTÃO, E A ROLHA?

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Inteligência artificial

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FONTE: AFPBr


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A ARTE DA DENÚNCIA



Chama-se Luis Quiles, é um artista espanhol, e sem medo utiliza a paixão pela arte para criticar a sociedade. No fundo, "desenha para denunciar". 

Com nome artistítico de Gunsmithcat, Luis Quiles, marca a diferença pela forma como retrata a sociedade contemporânea nos seus trabalhos. Com sarcasmo, frieza e sem rodeios, Gunsmithcat, denuncia temas como a prostituição, a homofobia, a exploração, a fome, as drogas e as redes sociais.

Numa entrevista ao jornal italiano Il Fatto Quotidiano, o artista diz que "a tecnologia mudou a forma como comunicamos. Não quer isto dizer que seja pior do que no passado. É simplesmente diferente. Por um lado, com a Internet, é mais simples. Por outro, é também mais fácil de nos isolarmos da realidade". 
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Quanto às críticas, Luis Quiles diz que apesar de haver pessoas que agradeçam e que valorizem o trabalho que faz, e como o faz, há também "quem não concorde e que o escreva publicamente". Contudo, "é difícil silenciarem-me". 

Para o futuro, o artista espanhol está a pensar recorrer ao crowdfunding (angariar fundos para o projecto através da Internet) para publicar um artbook com todo o seu trabalho. Até lá, vai continuar a "desenhar e denunciar". 

TEXTO: "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" 16/12/14
















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1404
Senso d'hoje
RUI PERES JORGE
JORNALISTA DE ECONOMIA
JORNAL DE NEGÓCIOS
"Negócios explica as linhas gerais
do Orçamento do Estado"

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BOM DIA


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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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SOGRA - 1

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VII~MEGA FÁBRICAS

4- BACARDI

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Trump elogia Guterres afirmando que tem feito um trabalho "espectacular" na ONU

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou hoje o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmando que este tem feito um trabalho "realmente espectacular" na organização que lidera desde Janeiro.

"Você tem feito um trabalho muito, muito espectacular nas Nações Unidas", afirmou Trump, acrescentando que Guterres se tornou seu "amigo" ainda antes de assumir o cargo de presidente dos Estados Unidos.
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As declarações do Presidente americano surgiram numa conferência de imprensa, na sala oval, no âmbito da visita de António Guterres à Casa Branca.

"É preciso sorte e talento, e ele tem talento", afirmou Trump referindo-se ainda ao secretário-geral da ONU, acrescentando que tem "a sensação de que as coisas vão acontecer nas Nações Unidas, como nunca se viu".

O Presidente americano afirmou que as Nações Unidas têm "um potencial tremendo" mas que "não tem sido usado nos últimos anos como deveria ser".

António Guterres, por sua vez, disse que o mundo está "caótico" e que é precisa uma ONU "forte, reformada e modernizada".

O secretário-geral da ONU acrescentou que também é preciso um compromisso "firme" dos Estados Unidos com a organização, baseado nos seus valores tradicionais de "liberdade, democracia e direitos humanos".

Durante as reuniões dos líderes internacionais na Assembleia Geral da ONU, em Setembro, Trump e Guterres lideraram uma reunião focada na reforma das Nações Unidas, algo que é uma prioridade para a Casa Branca.

O líder norte-americano elogiou as medidas tomadas pelo secretário-geral para melhorar o funcionamento da ONU.

Trump foi, no passado, muito crítico relativamente à ONU tendo afirmado há um ano, na rede social Twitter, que a organização era "apenas um clube onde as pessoas se reúnem, conversam e passam um bom bocado".

O governo de Trump anunciou, na semana passada, a retirada do pais da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), apontando como motivos a necessidade de uma reforma e uma suposta "tendência anti-israelita".

O secretário-geral da ONU lamentou "profundamente" a decisão e recordou o "grande papel" que os Estados Unidos tiveram na UNESCO desde a sua fundação.

Para além da reforma das Nações Unidas, a Coreia do Norte, o Irão e também o médio oriente terão estado entre os temas discutidos pelos dois líderes.

* A competência de Guterres é consensual, a hipocrisia de Trump também.

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V-MISTÉRIOS
EXTRATERRESTRES
O PROJECTO PLANETA AZUL

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 HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Diretor-geral de Saúde termina funções com desafio à Assembleia da República

Para Ferro Rodrigues, Francisco George "deu a cara em vários momentos difíceis e isso valeu-lhe o respeito da população".

O diretor-geral da Saúde, Francisco George, realizou esta sexta-feira a sua última intervenção nestas funções com um desafio à Assembleia da República para que esta altere a Constituição para ser possível obrigar um cidadão doente a tratar-se para evitar contágios.
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Francisco George, que cumpre esta sexta-feira o seu último dia como diretor-geral da Saúde, por atingir o limite de idade, partilhou com dezenas de individualidades e dirigentes do setor, assim como representantes parlamentares e sete ex-ministros da Saúde, e o atual, os marcos de uma carreira de 44 anos dedicada ao Estado.

Visivelmente emocionado ao entrar na sala repleta de "amigos", Francisco George disse aos jornalistas que o encontro - por ele inicialmente marcado para "uma prestação de contas", mas transformado em homenagem por iniciativa do Ministério da Saúde - foi "um ato de solidariedade".

"É importante sentir que há solidariedade", afirmou o dirigente da Direção Geral da Saúde (DGS), há 17 anos neste organismo. Francisco George disse que o acontecimento que mais o marcou a nível mundial foi a descoberta da sida, tendo trabalhado com alguns dos primeiros casos, e o surto da bactéria legionella em Vila Franca de Xira, a nível nacional.

A sessão começou com um apontamento musical levado a cabo pela filha de uma funcionária da DGS e prosseguiu com a leitura de uma mensagem do Presidente da República, na qual o chefe de Estado enalteceu as qualidades do dirigente. Um pequeno filme com testemunhos de profissionais que trabalharam com Francisco George foi apresentado em seguida, ao longo do qual o "espírito de saúde pública", a "generosidade" e a "honestidade" do dirigente foram várias vezes referidos.

O presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, recordou o caminho "de luta" que percorreu com Francisco George e a sua dedicação à causa pública. "Para a nossa geração, servir o Estado é um privilégio", disse, partilhando com a audiência uma qualidade de Francisco George, para alguns "um defeito", que são as suas "fortes palmadas nas costas" que obrigam a "uma distância de segurança".

Para Ferro Rodrigues, Francisco George "deu a cara em vários momentos difíceis e isso valeu-lhe o respeito da população". E foi precisamente a Ferro Rodrigues que o diretor-geral da Saúde deu o seu último reparo em forma de desafio, no sentido da Assembleia da República alterar a Constituição e tornar possível um cidadão doente ser obrigado a tratar-se.

Ao longo de três horas, Francisco George partilhou fotografias da infância, dos tempos de estudante e dos primeiros anos a trabalhar na saúde pública, sendo várias vezes aplaudido de pé.

Ao ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, couberam as últimas palavras, referindo-se a Francisco George como um exemplo do que "de bom a República nos trouxe". Na cerimónia foi anunciada a criação, pelo Ministério da Saúde, do Prémio de Saúde Pública Francisco George, o qual visa "dinamizar a apresentação de estudos e trabalhos na área da saúde pública".

O prémio no valor de 5.000 euros vai "distinguir trabalhos e estudos de investigação, inéditos e inovadores, em temas de saúde pública de relevante interesse e impacto para a defesa da saúde pública".

A abertura oficial das candidaturas realiza-se em 07 de abril, Dia Mundial da Saúde, e a apresentação das candidaturas decorrerá entre 01 de junho e 31 de agosto.

* Um grande português com muito para dar ao país ainda que noutras funções.

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II-ARMAS E TÁCTICAS
3- Armadura

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FONTE: Universo do Documentário

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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"
“Muitas inverdades”, diz presidente da Proteção Civil na carta de demissão

Joaquim Leitão justifica a sua demissão com "muitas inverdades" que puseram em causa o "bom nome" da Proteção Civil e levaram à falta de "condições necessárias" para se manter no cargo.

O presidente demissionário da Autoridade Nacional da Proteção Civil justifica a sua demissão com as “muitas inverdades” ditas “ao longo dos últimos meses” e com a falta de “condições necessárias” para se manter “como presidente desta nobre casa”.

A carta de demissão de Joaquim Leitão, a que o Diário de Notícias teve acesso, data de quarta-feira, dia 18, e está dirigida à ex-ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa — recorde-se que a governante pediu a demissão na terça-feira.
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Joaquim Leitão explica que aceitou o cargo, que desempenha desde o dia 24 de outubro de 2016, “por amizade e consideração” ao secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, e ao primeiro-ministro, António Costa, com quem trabalhou, acrescentando que admira “as suas capacidades de abnegação, trabalho, empenho e lealdade”.

“Não posso deixar de sentir as tragédias ocorridas no país nos últimos meses“, refere o presidente demissionário, sublinhando contudo ter-se “empenhado em projetos que visavam a modernização e maior eficácia da proteção civil em Portugal” e que estes não foram iniciados “por motivos alheios” à sua vontade.

Os motivos para a sua demissão prendem-se com as “muitas inverdades” ditas “ao longo dos últimos meses” e que põem em causa o “bom nome” da Proteção Civil: “Porque foram ditas muitas inverdades ao longo dos últimos meses sem que fossem criadas as condições para as desmentir, tendo assim sido posto em causa o bom nome da Autoridade Nacional de Proteção Civil e em especial o dos profissionais da sua estrutura operacional, aos quais aqui reconheço publicamente o seu valor e sentido de dever”.

Joaquim Leitão destaca ainda a falta de condições para se manter no cargo. “Porque, apesar do espírito de missão e de serviço ao interesse público que me motivaram a aceitar este desafio, sinto que não se encontram reunidas as condições necessárias para que me mantenha como presidente desta nobre casa.”

“Pelas mesmas imposições de consciência de dever para com o país, venho, (…), requerer a cessação da minha comissão de serviço, com efeitos imediatos”, conclui o presidente demissionário.

* O termo inverdade serve para esconder a mentira onde provavelmente se está embrulhado.

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SANTANA CASTILHO

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Um outro olhar sobre 
as provas de aferição

A “hecatombe” dos resultados nas provas deve-se sobretudo à desvalorização que o discurso oficial lhes conferiu.

“Jornalismo é publicar o que alguém não quer ver publicado. Tudo o mais são relações públicas”
George Orwell, citado por Ray Kerrison no New York Post de 29.01.99

A 5 de Outubro, por ironia do destino Dia Mundial do Professor, a comunicação social disse, implicitamente, que os professores do ensino básico eram incompetentes. Veja-se, por todos (e foram tantos), o título e o lead do PÚBLICO, a esse propósito: “Mais de 80% dos alunos do ensino básico derraparam nas provas de aferição. Face aos resultados, o Ministério da Educação anuncia que vai reforçar a formação contínua dos professores do 1.º, 2.º e 3.º ciclos de escolaridade.”

De todas as variáveis que influenciam os resultados escolares, entre outras o contexto socioeconómico e cultural de origem dos alunos, a organização familiar vigente, os factores organizacionais de natureza política e administrativa (estrutura curricular, programas, meios e condições de trabalho), o secretário de Estado João Costa apontou o dedo à qualidade de uma classe profissional envelhecida, sistematicamente negligenciada e destratada, que em grande parte está impedida de fruir de vida familiar normal. Lesto, puxou pela cabeça e encontrou a solução: mais formação.

Acontece que o “susto” e a “hecatombe”, qualificativos que vi escritos para referir os resultados das provas de aferição, poderão dever-se, em considerável parte, ao desconhecimento do senhor secretário de Estado sobre essas provas, que foram há anos usadas e abandonadas por inúteis, e à desvalorização que desde o início o discurso oficial lhes conferiu. Com efeito, que crédito lhe podemos dar agora, ao afirmar que “ninguém pode ficar tranquilo”, quando o ministro da pasta disse antes, aos alunos, pais e professores, sobre o mesmo tema, que “ninguém tinha que se inquietar”? Depois de o discurso oficial ter exaustivamente sublinhado que estas provas “não contavam para nada”, será que a luminosa mente de João Costa admite, ao menos como mera hipótese, que a reiterada falta de resposta a muitos itens se possa explicar pela falta de empenhamento dos alunos em provas que não levaram a sério, porque “não contavam para nada”, como lhes foi dito?

João Costa foi rápido a denunciar a falta de qualidade das aprendizagens dos alunos sujeitos a provas sem fiabilidade a que, impropriamente, chamou de aferição (provas no 2.º, 5.º e 8.º anos, anos intermédios, são de avaliação de acompanhamento e não de aferição que, naturalmente, só pode acontecer no final dos ciclos de aprendizagem). Mas foi omisso a interpretar o choque frontal do seu discurso catastrofista com as conclusões dos dois mais reconhecidos instrumentos internacionais de avaliação dos resultados dos alunos: PISA e TIMMS.

Nos resultados do PISA de 2015, os últimos apurados, os alunos portugueses superaram, pela primeira vez em 15 anos, a média da OCDE nas três áreas classificadas (Ciências, Leitura e Matemática). Desde o início do programa, os alunos portugueses subiram 42 pontos em Ciências, 28 em Leitura e 38 em Matemática, sempre de modo consistente e progressivo. Mais ainda: Portugal foi dos poucos países que conseguiu, cumulativamente, aumentar a percentagem dos alunos do escalão mais elevado e diminuir a percentagem dos alunos do escalão inferior.

Na edição do TIMMS de 2015, e no que toca à classificação dos alunos do 4.º ano em Ciências e Matemática, ficámos na 13.ª posição em 56 países, à frente dos Estados Unidos da América, Dinamarca, Finlândia, Holanda, Alemanha, Suécia, Canadá, Itália, Espanha e França.

Tudo visto e sendo certo que o corpo docente é o mesmo, talvez possamos considerar que o secretário de Estado João Costa devia encolher o dedo indicador que apontou aos professores e devia analisar, outrossim, a vacuidade do seu discurso e a inutilidade das teorias com que inferniza escolas, alunos e professores, arregimentados na flexibilidade curricular das “interdisciplinaridades”, “transversalidades” e “aprendizagens significativas”.

* Santana Castilho tem 43 anos de exercício docente, dos quais os últimos 27 no ensino superior, ensinando organização e gestão do ensino a futuros professores. Foi membro do VIII Governo Constitucional, presidente da Escola Superior de Educação de Santarém e do seu conselho científico e presidente do Instituto Politécnico de Setúbal. Foi consultor do Banco Mundial, da União Europeia e da UNESCO, em projectos educacionais de âmbito internacional. Foi responsável por vários projectos internacionais de investigação educacional. No exercício de actividade liberal, foi consultor e formador de quadros de grandes empresas nacionais e multinacionais, no domínio da gestão estratégica e da avaliação e gestão do desempenho. Foi director de várias revistas educacionais e tem vasta obra publicada, em artigos e livros.

IN "PÚBLICO"
18/10/17

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1388.UNIÃO



EUROPEIA



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 HOJE NO 
"RECORD" 
Rui Oliveira 
conquista bronze nos Europeus de pista

Jovem de 21 anos deu a primeira medalha da história a Portugal em elites

O ciclista português Rui Oliveira conquistou esta sexta-feira a medalha de bronze na disciplina de eliminação nos Campeonatos da Europa de Pista de elite, a decorrer em Berlim, na Alemanha. 
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Esta é a primeira medalha da história do ciclismo português de pista nos Europeus de elite. Com 21 anos, Rui Oliveira é o vigente campeão europeu de eliminação da categoria de sub-23.

No Velódromo de Berlim, o jovem ciclista da equipa norte-americana Axeon Hagens Berman atacou para garantir a medalha, sendo, posteriormente, superado pelo belga Gerben Thijssen, que se sagrou campeão europeu, e pelo russo Maksim Piskunov, que ficou com a prata.

O corredor gaiense festejou efusivamente o bronze conquistado, uma medalha que confirma a sua evolução desde que, em 2014, foi bronze em 'scratch' no Mundial e no Europeu de pista em juniores.

'Produto' da escola do Velódromo Nacional de Sangalhos (Anadia), Rui Oliveira é, a par do irmão gémeo Ivo, o mais consistente valor luso na pista.

* Um valente em 2 rodas.

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X-HUMANIDADE

A HISTÓRIA DE TODOS NÓS

7-AMÉRICA DO NORTE
 MORTES NO CAMINHO DE FERRO
 MIGRAÇÃO EM MASSA E VELOZ
 EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA URBANA
 ECLOSÃO DE NOVAS DOENÇAS

1- EPIDEMIAS
 MILHÕES DE MORTOS
 FALTA DE SANEAMENTO:
 LONDRES - A CÓLERA
 JOHN SNOW - O INVESTIGADOR
 ÁGUA CONTAMINADA
 SISTEMAS DE ESGOTOS

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* Neste vídeo da série vão cruzar-se 2 situações de relevo , em cada episódio encontra em subtítulo os items correspondentes.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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