quinta-feira, 3 de agosto de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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A FOTOGRAFIA DE 
ALEJANDRO ZENKER


(NÚ INTEGRAL)


FONTE: VIMEO

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2- Fora da Vida



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XLVI- O UNIVERSO


4- O TECIDO DO COSMOS

Salto Quantico



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

** Para a semana estamos em férias por isso esta bela série regressa em Setembro.
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XIII- Cidades

e soluções


1-Os Alimentos do mundo têm dono


FONTE: GLOBONEWS

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JOÃO CARLOS BARRADAS

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Venezuela: 
perder-se até à exaustão

O risco de golpe militar é algo que Maduro tem bem presente, mas as prebendas que oferece a incorporação das forças armadas, polícias e milícias nas estruturas de poder inviabilizam de momento um "pronunciamiento".

A Leopoldo López e Antonio Ledezma o "Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional" foi buscá-los a casa de madrugada e assim começou a razia de opositores capazes de liderarem a contestação à ditadura de Nicolás Maduro ainda antes de o Presidente assumir plenos poderes.

A aprovação da Assembleia Nacional Constituinte por 8,1 milhões de venezuelanos (41,5 % do eleitorado, segundo cômputo governamental) visa permitir a Maduro obliterar a Assembleia Legislativa em que a "Mesa de la Unidade Democrática" - frente de partidos de oposição agregando de conservadores a sociais-democratas - detém uma maioria de 2/3 desde as eleições de Dezembro de 2015.

A procuradora-geral Luisa Díaz, dissidente do chavismo cujo mandato termina em 2021, tem os dias contados, e poderes das 24 entidades federais e municípios serão avocados a instituições controladas pelo Presidente que eliminará resquícios de independência do ramo judicial.   

O projecto Maduro tem retinto recorte comunista cubano e implica, ainda, a partilha do poder presidencial com altas patentes das forças armadas e de segurança, a par da hierarquização centralista de comités de supervisão e gestão de empresas e entidades de prestação de serviços estatais.

O risco de golpe militar é algo que Maduro tem bem presente, mas as prebendas que oferece a incorporação das forças armadas, polícias e milícias nas estruturas de poder inviabilizam de momento um "pronunciamiento".

Mesmo que a fraude de domingo tenha duplicado o número de participantes na votação, o regime pode ainda contar com um núcleo de apoiantes próximo dos 20% do eleitorado, o que permitirá, num cálculo grosseiro, gerir no curto prazo a assunção de plenos poderes.

Maduro, contudo, teve dificuldade para vencer o candidato da MUD Henrique Capriles nas presidenciais de Abril de 2013, obtendo apenas 51 % dos votos, e carece de subtileza na manobra o que poderá torná-lo a qualquer momento personagem descartável até para próceres muito próximos como Diosdado Cabello ou Cilia Flores ou levar Havana a optar por outro chavista.

Uma quebra do PIB que deverá superar no final deste ano 35% em relação a 2013, ano do passamento de Hugo Chávez, agudiza a crise social.

No Inverno, a inflação rondará os 1000 % e as reservas financeiras serão insuficientes para cobrir o serviço de dívida, mas o sucessor de Chávez conta com a mobilização nacionalista ante sanções e boicotes internacionais para siderar a oposição parlamentar e tirar da ribalta potenciais líderes da contestação nas ruas.

Levar sanções internacionais - congelamento de bens, proibição de transacções comerciais e vistos de entrada - a abranger um número crescente e significativo de pessoas e familiares próximos de responsáveis do regime que participem nas decisões da Assembleia Nacional Constituinte e de altos responsáveis civis e militares que as venham a acatar é a opção morosa, mas consistente para cavar clivagens entre apoiantes de Maduro e potencialmente abrir caminho a um diálogo com a oposição.

Tal estratégia por razões humanitárias exclui o boicote às vendas de petróleo, designadamente as compras dos Estados Unidos que representam metade das receitas em divisas, e só fará sentido se incluir estados americanos que não reconhecem a fraude da Constituinte - caso de Brasil, Peru, Colômbia, Argentina, Chile, México, Panamá - Washington e a UE.

Por maior que seja o repúdio internacional, apesar de o sustento político de Moscovo a Caracas ou de Pequim continuar a aceitar petróleo em pagamento da dívida de 65 mil milhões de dólares, nenhuma força externa se pode substituir à oposição democrática venezuelana no combate político a Maduro.

O Presidente espera que as manifestações iniciadas em Abril percam fôlego e se esgotem num clima de anomia e violência à medida que a maioria dos venezuelanos, assoberbada na luta pela subsistência quotidiana, descarte os protestos a troco da sobrevivência.

O cálculo é cínico, plausível, mas arriscado pois as fúrias e as violências não raro  escapam ao controlo pela força e propaganda.

Leopoldo López, depois de condenado, em 12 de Setembro de 2014, a 13 anos, 9 meses, 7 dias e 12 horas de prisão, lançou da prisão militar de Ramo Verde, no Norte do país, um apelo aos venezuelanos.

Escrevia López: "Quem se cansa perde... E eu nunca me cansarei de lutar pela Venezuela!"

No dia 8 de Julho, todos os protestos pela detenção deste líder de centro-esquerda levaram o Supremo Tribunal, às ordens de Maduro, a reverter a pena, alegando motivos de saúde, em prisão domiciliária por igual período.

Na madrugada de 1 de Agosto López foi levado da sua casa em Caracas e voltou para o presídio no Norte do país.      

O resto saber-se-á depois se López fizer valer a sua promessa ou quando a Venezuela ruir por desespero e exaustão.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
01/08/17

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1311.UNIÃO



EUROPEIA



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4- A vida secreta do
seu relógio biológico



FONTE:BBC

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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13-ABANDONADOS
SÍTIOS DE LISBOA


(ÚLTIMO EPISÓDIO)

* EXCELENTE TRABALHO DE REPORTAGEM DA "SIC"

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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Marta Ren e The Groovelvets

Release Me


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8 COISAS QUE DEVE 
APAGAR DO FACEBOOK



FONTE: "O JORNAL ECONÓMICO"

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A façanha ‘Despacito’



FONTE: AFPBrasil

LUÍS FONSI



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ASSAR UM PERÚ É FÁCIL!!!!!




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Breve  "História dos Surdos" 
e a "Língua de Sinais" 
ao longo dos anos



FONTE: "INSTITUTO TRANSFORMAR"

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Para cozer os miolos/17



MATERIAIS INVULGARES


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MEU CÉREBRO

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1325
Senso d'hoje
PAOLO NESPOLI
ASTRONAUTA ITALIANO
"VIAGEM AO FUTURO"



FONTE: EURONEWS

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TUDO PARA ELA


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BOM DIA


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9-TEATRO
FORA "D'ORAS"

V-AQUI HÁ  
FANTASMAS 



Consta que uma casa senhorial está assombrada. Então o Professor Hermes decide fazer uma experiência em que anda a magicar há muito tempo: testar a pílula da coragem. Escolhe um pobre diabo, o Chichas, para cobaia, e promete-lhe 150 contos em troca de ele passar lá a noite. Leva o Chichas e a uma enfermeira para a casa assombrada e pede a um colega que se disfarce de fantasma para assustar o homem. Só que há outros fantasmas lá em casa. Uma comédia escrita e encenada por Henrique Santana, gravada com público sob a direcção de televisão de Pedro Martins. Do elenco fazem parte, para além do próprio Henrique Santana, Rita Ribeiro, Armando Cortez, Maria Helena Matos, Henrique Santos, Carlos Quintas, Luís Alberto, António Feio, Cristina de Oliveira, José Raposo e Francisco Vaz. Uma peça de arrepiar.
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