segunda-feira, 7 de agosto de 2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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3-SUBTILEZAS
O PODER DO AGORA
por ECKHART TOLLE



RESUMO ANIMADO


FONTE: IlustradaMente


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5-SAIAS BAILADORAS



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 1-NEUROMARKETING

CIDADÃOS SOB A INFLUÊNCIA
DA PUBLICIDADE


* Neste mês de Agosto iremos reeditar algumas séries que,  de forma especial, sensibilizaram os nossos visitadores alguns anos atrás, esta é uma delas.


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 XII-MEGA MÁQUINAS

4- AS MAIORES MÁQUINAS
DO MUNDO


*Interessante série reveladora da quase perfeição mecânica, notável produção da NG.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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BERNARDO CUNHA FERREIRA

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Simplex ou Complex? 
As recentes alterações legislativas
 no setor do turismo

No âmbito do Programa Simplex + 2016, o Governo, através do Decreto-lei n.º 80/2017 de 30 de junho introduziu alterações ao regime jurídico dos empreendimentos turísticos (a quinta alteração em nove anos de vigência do diploma).

Sem prejuízo de algumas alterações meritórias e oportunas, destaca-se pela negativa o completo "esvaziamento" de competências do Instituto de Turismo de Portugal, I.P. (ITP), designadamente no que respeita ao processo de licenciamento de empreendimentos turísticos.

Até à entrada em vigor desta alteração - que ocorreu no passado dia 1 de julho -, o ITP dispunha de amplos poderes, cabendo-lhe em particular a emissão de parecer prévio vinculativo à realização de operações urbanísticas de empreendimentos turísticos. Tal competência era particularmente relevante no procedimento em questão na medida em que através da emissão do parecer o ITP verificava, numa fase ainda embrionária do projeto, o cumprimento da legislação aplicável e ainda aferia da adequação dos novos projetos turísticos (do ponto de vista estratégico e arquitetónico).

Com as alterações ora introduzidas, é eliminada a necessidade de tal parecer vinculativo por parte do ITP (com exceção das operações de loteamento) passando a ser os municípios onde se localizem os novos empreendimentos turísticos a assumir todo o procedimento de licenciamento. O ITP poderá - e apenas a pedido dos interessados - emitir parecer (facultativo e não vinculativo) e ficará cometido à simples tarefa de, "in fine", proceder à classificação dos empreendimentos turísticos.

O legislador justifica as alterações introduzidas, em especial no que toca à redução de competências do ITP no âmbito do licenciamento, com um desígnio de maior "simplificação de procedimentos" e "agilidade nos processos de decisão". No entanto, numa análise mais detalhada, cremos que tais medidas introduzem ao invés, desorientação, entropia e incerteza num sector tão relevante para a economia nacional.

Maior desorientação uma vez que, ao retirar a intervenção do ITP numa fase ainda embrionária da implementação de projetos turísticos, o setor do turismo perde um "regulador" amplamente especializado e experiente na averiguação da oportunidade e pertinência da implementação de novos empreendimentos turísticos. Tal é tanto mais relevante num momento em que se assiste a um "boom" (por vezes descontrolado) do setor do turismo em Portugal. Maior entropia, uma vez que o processo de licenciamento passará agora a ser totalmente coordenado e apreciado pelos municípios, entidades já muito sobrecarregadas em termos de competências e em alguns casos sem recursos humanos especializados na matéria (a título de exemplo, atente-se às enormes dificuldades dos municípios na assunção de novas competências no âmbito do novo regime de licenciamento industrial).

E, por fim, maior incerteza, uma vez que, cabendo ao ITP a última palavra no âmbito do procedimento em questão (com a atribuição da classificação do empreendimento turístico), e atenta a sua ausência em fases anteriores, o promotor apenas saberá da viabilidade (ou da inviabilidade) do seu empreendimento na fase final (quando o mesmo se encontra construído e aberto ao público). Tal introduz incerteza e risco uma vez que, no limite, o ITP poderá determinar a não atribuição de classificação e a consequente caducidade da autorização de utilização para fins turísticos previamente emitida (com as suas múltiplas consequências, por exemplo ao nível do financiamento).

Desorientação, entropia e incerteza nunca são boas notícias para o setor que mais tem contribuído para o crescimento da economia portuguesa e para a captação de investimento estrangeiro.

Advogado, CMS-RPA

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
02/08/17

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1315.UNIÃO



EUROPEIA


ADESÃO SUIÇA

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4- A Pirâmide de Gizé


FONTE: O UNIVERSO DO DOCUMENTÁRIO

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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Isto é o que acontecerá em anos 
de Googol a partir de agora?



O googol (lê-se gugol - sua forma de escrita em Portugal) é o número 10100, ou seja, o dígito 1 seguido de cem zeros.
Em 1938, o matemático Edward Kasner, da Universidade da Columbia, pediu ao seu sobrinho Milton Sirotta (1929-1981), então com oito anos, que inventasse um nome para dar a um número muito grande, mais precisamente à centésima potência do número 10, isto é, a unidade seguida de 100 zeros. Um número muito grande mas, não infinito.

WIKIPEDIA

 
FONTE: Ridddle BR

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Rui Veloso

Anel de Rubi


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HIROSHIMA



FONTE: EURONEWS

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CONTRA
O Tráfico de Seres Humanos


* A propósito do dia 28/07/17

FONTE: Caritas Portuguesa

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Os rapazes são estúpidos e feios



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A CABEÇA É QUE CONTA
Womens 100m Final 
 World Championships 
2017 London


VEJA O FOTOFINISH


FONTE: Track & Field 1

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85-NO GINÁSIO
TREINO FUNCIONAL INTENSO
COM O PESO DO CORPO/2

COM PROF.MARCELO RAMOS




FONTE: EXERCÍCIO EM CASA

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1329
Senso d'hoje
AURÉLIO GOMES
JORNALISTA, MODERADOR
"Onde fica o fim da linha
quando nem sequer há início?"



FONTE: Canal "Q", programa INFERNO

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ARANHAS ÚNICAS


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BOM DIA


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9-TEATRO
FORA "D'ORAS"

IX-AQUI HÁ  
FANTASMAS 



Consta que uma casa senhorial está assombrada. Então o Professor Hermes decide fazer uma experiência em que anda a magicar há muito tempo: testar a pílula da coragem. Escolhe um pobre diabo, o Chichas, para cobaia, e promete-lhe 150 contos em troca de ele passar lá a noite. Leva o Chichas e a uma enfermeira para a casa assombrada e pede a um colega que se disfarce de fantasma para assustar o homem. Só que há outros fantasmas lá em casa. Uma comédia escrita e encenada por Henrique Santana, gravada com público sob a direcção de televisão de Pedro Martins. Do elenco fazem parte, para além do próprio Henrique Santana, Rita Ribeiro, Armando Cortez, Maria Helena Matos, Henrique Santos, Carlos Quintas, Luís Alberto, António Feio, Cristina de Oliveira, José Raposo e Francisco Vaz. Uma peça de arrepiar.
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